sexta-feira, 12 de novembro de 2010

PERAMBULANDO. . .

Na noite vazia
Vago
Notívago, digo
Palavras
Voce silencia
A noite é bonita assim nua
Eu
Vadio
Nudez 
Tua
À distância, há distância
Armo um poema
Que me deflagra
Chuto latas na rua
Hoje é de noite
Agora silencio e penso
Você é bonita assim tensa
Cravada no meu peito vazio
Meus pensamentos estão em ti.
A razão,
a razão há muito eu perdi...


Tácito

8 comentários:

Vivian disse...

...cabe razão em tão
insensato coração
que só sabe poemar?

bj

Guará Matos disse...

Esquecer... Jamais!
Abraços.

Maria Ribeiro disse...

À distância, prendo as garras do tempo...chuto latas a teu lado...e a noite, cúmplice,faz promessas em que creio...neste anseio maior de não sentir que HÁ distância...
BEIJO, POETA!

Wanderley Elian Lima disse...

A noite vive os seus mistérios, e engole a nossa solidão.
Abração

Maria Ribeiro disse...

chuto latas...a teu lado...e a noite, cúmplice, faz-me perder a razão...como tu...
à distância, prendo as garras do tempo e espero pelo momento em que já não há distância...
BEIJO,POETA!

rouxinol de Bernardim disse...

a razão tem sempre coração!

Anônimo disse...

...um dia encontramos o caminho
a jornada termina nos céus
dançando entre as nuvens
Céu Ouro
Céu Mar
Um dia encontramos o caminho...

bjo!

mARa

(lindo e triste)

Denise Guerra disse...

Estes são alguns dos ônus do amor: cravar sentimentos que até para serem arrancados são difíceis! bjs!