segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

FICA O FIO


Minhas lembranças amorosas
Não contêm
Não esperam, não aceitam
As fantasias.

Querem continuar
Meus casos de amor

Não são sombras
Nem cor
Nem memórias.
Me guiam:

Mas não são luz
Nem estrêlas.

São mais para sua existência
Do que para a sua desistência.
Te reproduzes então,
E me lembra do som

Da tua voz...
(Fica o fio que nos deixa presos)



5 comentários:

Maria Ribeiro disse...

T@cito-XANADU: a plenitude do amor!
" Eu", uma das metades do Todo...
"Tu", a outra metade, sem a qual a UNIDADE NÃO pode acontecer...
SOL E LUA= AMOR integral!
BEIJO DE
LUSIBERO

Guará Matos disse...

Amor, lembrança, saudades... Onde esta a verdade do amor?
Presa no sentimento único ou apenas por seguir convenções?
O amor é empontâneo ou é regra? Ou até exceção?
E o fio, prende num sentimento de cumplicidade ou é apenas a satisafação ambígua de poder dizer eu amo?
Abraços.

Paulo Braccini disse...

ainda bem que existe o fio ... ainda bem ...

bjux

;-)

Wanderley Elian Lima disse...

Lembrança eterna de um amor quase eterno.
Abração

Anônimo disse...

...e me lembra do som da tua voz...

gostei! suave mesmo, como a voz suave.


gosto de ler aqui.


Bj°°°°°°°°°°


mARa