sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

L A S C Í V I A

Impotente
Por isso assumo
Não resisto à tentação
Da minha bestialidade
Por um corpo amado.
Sou fraco!
Dúbio e falso
Deixo-me tentar
Pelo prazer supremo da
Volúpia como a concebo.
Tristemente consumido
Na fornalha da carne
Exaurindo o desejo
Pelos poros abertos
Pela luxúria louca
Pelos beijos frenéticos
Dos corpos perdidos
No SEXAMOR.

Tácito

2 comentários:

Paulo Braccini disse...

quem não se rende a uma boa lascívia não é mesmo?

belíssimo ...

;-)

Denise Guerra disse...

Caliente, escuro, misterioso como a noite que embala os amores!!!Bjs!!!