quarta-feira, 9 de junho de 2010

TALVEZ PERDIDO...



Onde ficaram as festas,
As noites de serestas,
As frias madrugadas,
As noites enluaradas?

A vida calma,
As canções vindas da alma?
Chegam quase a matar
quando começo a lembrar!

Tempos tão gratos,
Lembrança baça.
Como velhos retratos,
confundem-se na fumaça.

Sombras que tombam
No breu espesso da cela,
Nem ao menos douram
Os gerânios na janela.

( E os Janeiros passam...)

T@CITO/XANADU

7 comentários:

Wanderley Elian Lima disse...

Bons tempo, que agora só existem nas lembranças e na saudade.
Grande abraço

lusibero disse...

POIS é, meu amigo TACito, o tempo passa de tal modo que, quando nos damos conta disso... talvez comecemos a fazer POESIA...
BEIJOSAMIGOS DE
LUSIBERO(Mª ELISA)

JPM disse...

Olá,
Tive contato com o teu blog no Batom e Poesias.
Agora vim conhecê-lo e seguí-lo.
Desde já és convidado a visitar o meu.
Saúde e felicidade.
João Pedro Metz

Guará Matos disse...

E eu me fico perguntando sempre pelo que passou e que de tão bom, a lembrança ficou.
Abraços.

endim mawess disse...

melancolica e nostalgica adorei tambem. suas poesias são moldadas com palavras bem escolhidas e rimas ricas.

Paulo Braccini disse...

os janeiros passam mesmo e, agora, só as lembranças de um tempo que deixou muitas saudades ...

bjux

;-)

Denise Guerra disse...

Pois é Tácito, o tempo da poesia tende a ruir cada vez mais, e nós aqui estamos recebendo a poeira deste tecido em nosso rosto. Que bom que vivemos tempos idos, os jovens de hoje não sabem o que isso significa, pena! Bjs!